quarta-feira, 13 de abril de 2011
Conclusões de relatório sobre RSI “dão razão” ao PSD
O PSD/Açores considerou hoje que as conclusões do relatório da comissão parlamentar que analisou a aplicação do Rendimento Social de Inserção (RSI) “dão razão” aos social-democratas, alegando que o partido sempre defendeu que os beneficiários da medida devem prestar trabalho à comunidade.
“Os beneficiários, quando têm condições para tal, devem também dar o seu contributo à sociedade. Quando não têm emprego devem participar, como refere o relatório, em trabalho comunitário”, afirmou o deputado social-democrata João Costa, na Assembleia Legislativa dos Açores.
O parlamentar do PSD/Açores defendeu que “não se pode continuar a fazer de conta que o RSI só tem a vertente assistencialista”, referindo que este apoio também se destina à “inserção social” dos seu beneficiários.
João Costa acrescentou que o relatório da comissão parlamentar confirma que o RSI “não tem sido devidamente aplicado” nos Açores, “tal como o PSD sempre disse”.
“O RSI destina-se a libertar pessoas que estão em situação de pobreza extrema e não pode limitar-se à atribuição de um cheque”, disse o deputado social-democrata.
Segurança social “ineficaz e lenta” a avaliar processos de beneficiários
O PSD/Açores acusou os serviços de segurança social “de lentidão e ineficácia nas avaliações aos beneficiários da segurança social em condições de recursos”, alegando que “houve famílias surpreendidas por avisos de devolução de prestações, enquanto outro beneficiários viram a sua situação alterada e acertada no espaço de um mês”, expõe o deputado Mark Marques.
Num requerimento enviado à Assembleia Legislativa, o social-democrata diz que “a segurança social avaliou processos a passo de caracol, depois da entrada em vigor, ocorrida a 1 de Agosto de 2010, da lei que reavalia de forma extraordinária a condição de recursos”, explica.
“Os beneficiários que fizeram prova de condições de recursos durante os meses de Agosto, Setembro, Outubro e Novembro de 2010, julgavam ter a sua situação esclarecida junto da segurança social, mas isso não aconteceu e queremos saber se o governo regional teve conhecimento da situação”, avança.
Com efeito, “alguns beneficiários viram as suas prestações alteradas logo no mês seguinte, tal como determina a lei face à reavaliação efectuada, e que dever traduzir-se no primeiro dia do mês seguinte ao da verificação ocorrida”, esclarece Mark Marques.
“Estranhamente, e nas últimas semanas, muitos beneficiários receberam notas de devolução da segurança social relativas a verificações feitas em 2010, uma situação que coloca várias famílias em dificuldades pois, dada a morosidade da segurança social, pensaram que a prestação recebida era a devida por direito”, refere.
“É nesse sentido que o PSD quer saber como vai o governo regional minimizar essas famílias, afectadas claramente por um desleixo dos serviços da tutela”, conclui o deputado
Dia Mundial da Saude foi assinalado nas Velas
Dia Mundial da Saúde.
Uma data que não passou à margem na ilha de São Jorge, e em concreto na vila das velas.
Embora não tenha sido realizado no mesmo dia, a RL Açores esteve presente numa das ações realizadas, com vários rastreios.
Uma das questões que segundo os responsáveis no local, estas são ações que deveriam acontecer mais vezes ao ano, até para alertar a própria população para os graves problemas que cada vez mais afetam a saúde.
Segundo a reportagem da RL Açores constatou, foram muitos os que pelo espaço improvisado na Câmara das Velas passaram ao longo do dia.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Judo Clube S. Jorge domina Campeonato Regional de Sub 23 2011
A Associação de Judo do Arquipélago dos Açores levou a efeito, no dia 03 de Abril, na Sala de Judo do Judo Clube Ponta Delgada o CRSub23.
Esta competição serviu como apuramento para Campeonato Nacional de Sub 23 (Masculinos), competição esta que se realizará pela 1ª vez em Portugal, em Maio próximo.
O Judo Clube de São Jorge fez-se representar em 4 das 5 categorias de peso em competição, tendo todos os atletas, atingido os seus objectivos, sagrando-se Campe CampeCampe Campeões dos Açores ões dos Açoresões dos Açores ões dos Açores.
Segundo uma nota do Judo Clube de São Jorge, o êxito foi total ao vencerem todos os combates pela pontuação máxima (ippon), não deixando margem para dúvidas da sua superioridade.
Resultados:
Catg. -60Kg
1ºlug. - Pedro Soares
Catg. -66Kg
1ºlug - André Soares
Catg. -73Kg
1ºlug. Pedro Borges
Catg. -81Kg
1ºlug - Carlos Vieira
Catg. -90Kg
1ºlug. Tiago Rodrigues
segunda-feira, 21 de março de 2011
Começou hoje dia 21 de março a fase de respostas aos questionários do Censos 2011
O Serviço Regional de Estatística dos Açores informa que arrancou hoje, a fase de respostas aos Censos 2011, concluída que está a distribuição da respectiva documentação pelos alojamentos em todo o território nacional.
A resposta pela internet está disponível pela primeira vez, pretendendo o Instituto Nacional de Estatística acompanhar, assim, a sociedade actual e as oportunidades resultantes das novas tecnologias da comunicação, e decorrerá até ao próximo dia 10 de Abril. A resposta em papel prolongar-se-á até 24 de Abril, iniciando-se o período de recolha dos questionários a 28 de Março.
O processo de respostas pela Internet é fácil, rápido e seguro, bastando, para iniciar o preenchimento, dispor de um computador com ligação à internet, aceder a www.censos2011.ine.pt e ter os códigos de acesso e o questionário de alojamento que foram entregues pelos recenseadores.
Quem não dispuser de computador com ligação à internet poderá entrar em contacto com a Junta de Freguesia da sua localidade para marcar uma data e hora para, então, responder, com ou sem apoio, aos questionários através da internet.
Na Região Autónoma dos Açores, a RIAC - Rede de Apoio ao Cidadão, através das suas lojas espalhadas por todas as ilhas, também, apoiará a população na resposta dos questionários dos Censos 2011 pela internet, ao mesmo tempo que garantirá, igualmente, o esclarecimento de dúvidas no preenchimento dos questionários através do seu centro de contacto telefónico (telefone: 800500501 - chamada gratuita, com horário de funcionamento de Segunda-feira a Sábado das 09:00 às 22:30 horas).
A resposta pela internet está disponível pela primeira vez, pretendendo o Instituto Nacional de Estatística acompanhar, assim, a sociedade actual e as oportunidades resultantes das novas tecnologias da comunicação, e decorrerá até ao próximo dia 10 de Abril. A resposta em papel prolongar-se-á até 24 de Abril, iniciando-se o período de recolha dos questionários a 28 de Março.
O processo de respostas pela Internet é fácil, rápido e seguro, bastando, para iniciar o preenchimento, dispor de um computador com ligação à internet, aceder a www.censos2011.ine.pt e ter os códigos de acesso e o questionário de alojamento que foram entregues pelos recenseadores.
Quem não dispuser de computador com ligação à internet poderá entrar em contacto com a Junta de Freguesia da sua localidade para marcar uma data e hora para, então, responder, com ou sem apoio, aos questionários através da internet.
Na Região Autónoma dos Açores, a RIAC - Rede de Apoio ao Cidadão, através das suas lojas espalhadas por todas as ilhas, também, apoiará a população na resposta dos questionários dos Censos 2011 pela internet, ao mesmo tempo que garantirá, igualmente, o esclarecimento de dúvidas no preenchimento dos questionários através do seu centro de contacto telefónico (telefone: 800500501 - chamada gratuita, com horário de funcionamento de Segunda-feira a Sábado das 09:00 às 22:30 horas).
Junta das Velas vai apoiar Associação de Caçadores
O executivo da Junta de Freguesia das Velas em reunião de 15 de Março de 2011, analisou o pedido da Associação de Caçadores Jorgenses, solicitando apoio monetário para aquisição de cartuchos de caça.
O executivo considerou que a correcção da densidade do coelho bravo é fundamental para o funcionamento adequado das explorações agrícolas da Freguesia das Velas, e deve ser feita de modo organizado e sistemático, sendo fundamental a colaboração com todos os interessados.
Assim, o executivo deliberou conceder à Associação de Caçadores Jorgenses, o apoio financeiro necessário para a aquisição de 2.000 cartuchos de caça, destinados à correcção da densidade do coelho bravo no perímetro da Freguesia das Velas.
"Novas apresentações" na gastronomia de São Jorge
Decorreu este fim-de-semana o encerramento da formação em cozinha, no âmbito da feira "Sabores e Inovação - São Jorge Best Food Awards 2011.
Um evento que segundo o presidente do núcleo empresarial de São Jorge, foi mais um contributo ao próprio turismo, onde se renova a gastronomia da ilha com novas apresentações.
Uma ação que deixou satisfação nos participantes segundo referiu à RL Açores João Oliveira, que adiantou ainda o regresso desta formação em 2012.
De 02 a 17 de Abril decorrerá o concurso de gastronomia de São Jorge.
João Oliveira do núcleo empresarial de São Jorge disse esperar a participação da população.
Por outro lado, e já segundo o diretor da Escola de Formação Turística e Hoteleira de Ponta Delgada, esta primeira experiência foi gratificante.
Da parte dos formadores, Sandro Meireles, chefe de cozinha, disse à RL Açores estar igualmente satisfeito pelo resultado final.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Obra na baia de João Câncio não está esquecida garante Manuel Silveira
O presidente da autarquia das Velas disse ainda esta semana que já existe três diferentes projetos para a obra da Baia de João Câncio.
Em breve a autarquia espera receber o quarto projeto, para depois ser colocada à discussão pública os projetos para que depois se possa orientar o que naquela baia será feito.
Manuel Silveira diz que a obra não está esquecida.
Esta obra é uma obra que cada vez cria mais credibilidade na sua concretização, e pretende ser uma das grandes obras do actual mandato do presidente da autarquia Velense.
Isto numa altura em que a o presidente da Câmara Municipal das Velas já fez saber que para já os três funcionários que estão abrigo dos cortes nos seus vencimentos devido às restrições do OE para 2011, ainda não sabe se a edilidade vai ou não avançar com as ajudas compensatórias.
Manuel Silveira refere que os únicos funcionários que viram os seus vencimentos aumentados, foram os que recebiam menos que 600 euros, cerca de oito.
O presidente da edilidade refere que existem outros funcionários com mais dificuldades.
foto: @direitos reservados
Em breve a autarquia espera receber o quarto projeto, para depois ser colocada à discussão pública os projetos para que depois se possa orientar o que naquela baia será feito.
Manuel Silveira diz que a obra não está esquecida.
Esta obra é uma obra que cada vez cria mais credibilidade na sua concretização, e pretende ser uma das grandes obras do actual mandato do presidente da autarquia Velense.
Isto numa altura em que a o presidente da Câmara Municipal das Velas já fez saber que para já os três funcionários que estão abrigo dos cortes nos seus vencimentos devido às restrições do OE para 2011, ainda não sabe se a edilidade vai ou não avançar com as ajudas compensatórias.
Manuel Silveira refere que os únicos funcionários que viram os seus vencimentos aumentados, foram os que recebiam menos que 600 euros, cerca de oito.
O presidente da edilidade refere que existem outros funcionários com mais dificuldades.
foto: @direitos reservados
domingo, 13 de março de 2011
Judocas da AJAA Sobem ao Pódio No Nacional de Cadetes
A Federação Portuguesa de Judo levou a efeito, este fim de semana, no Centro de Alto Rendimento – velódromo Sangalhos, o Campeonato Nacional de Cadetes.
Os judocas da Associação de Judo do Arquipélago dos Açores conquistaram 1 medalha de prata e 1 medalha de bronze.
O judoca Filipe Soares, do Judo Clube de São Jorge, subiu ao segundo lugar do pódio na categoria de -46Kg.
O outro judoca que subiu ao pódio foi Rafael Cordeiro do Clube Escolar de Desporto da Escola Básica 2, 3 dos Arrifes.
Dignos de destaque foram, também, os lugares de honra conquistados por Rafael Martins, Carolina Cordeiro e Catarina Sousa, todos do Judo Clube de Ponta Delgada, e Moisés Soares, do Judo Clube de São Jorge, fruto do 5º lugar nas categorias de -55Kg, -57Kg, -63Kg e -60Kg, respectivamente.
Quanto aos demais judocas oriundos de clubes da AJAA, em prova, não se classificaram.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Calheta de São Jorge “exige” transporte marítimo de passageiros
O PSD/Açores já exigiu informações ao governo regional sobre “a intenção de implementar, durante o corrente ano, a ligação marítima de transporte de passageiros entre a Calheta de São Jorge e as restantes ilhas”, considerando que “aquela localidade jorgense foi totalmente esquecida pela tutela em 2010”, disse o deputado Mark Marques.
Num requerimento enviado à Assembleia Legislativa, o social-democrata dá assim voz “aos intentos da população da vila da Calheta, que exige o regresso do transporte marítimo de passageiros, e que considera ter sido enganada pela tutela, conquanto foi uma bandeira do partido socialista a construção do novo porto, que criou muitas expectativas, também nos empresários e no sector do turismo de São Jorge”, recorda.
“Mais flagrante é essa injustiça quando existe uma gare marítima pronta a funcionar, mas que dado não ter havido, desde que foi edificada, barcos de transporte de passageiros na Calheta, nunca sequer abriu a porta. Isso resultou em muitos prejuízos, não só à vila da Calheta, mas a todo o concelho e a toda a ilha de São Jorge”, disse Mark Marques.
Considerando que, neste assunto, “o governo regional tem tratado uns como filhos e outros como enteados, e sabendo-se que os socialistas locais não tem peso político para inverter esta situação”, o PSD quer saber que medidas serão tomadas “para levar a cabo uma promessa de há vários anos, e que está plasmada no programa do governo socialista, que é a implementação da ligação marítima de passageiros Calheta/Angra /Calheta”, sustenta o parlamentar.
“O governo tem sempre tentado sacudir a água do capote, remetendo responsabilidades para a Transmaçor, quando a região também é proprietária daquela empresa, e quando compete à tutela garantir o serviço público de transportes marítimos, como tanto tem anunciado. Está na hora de se assumir como tal e de anunciar que horários e que ligações se vão fazer já em 2011”, conclui Mark Marques.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Ilha de S. Jorge promove concurso de gastronomia para recuperar receitas tradicionais
A recuperação de receitas tradicionais é o principal objetivo do concurso de gastronomia promovido pelo Núcleo Empresarial de S. Jorge (NESJ), que conta com a participação de cerca de duas dezenas de restaurantes desta ilha dos Açores.
“Os restaurantes de S. Jorge vendem o comum dos pratos que comemos em qualquer parte do mundo, esquecendo-se de promover a tradição desta ilha, que é o que os turistas procuram”, afirmou João Paulo Oliveira, responsável do NESJ, em declarações à Lusa.
O NESJ, que integra a Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH), pretende com esta iniciativa incentivar os restaurantes locais a servirem receitas tradicionais, como “os inhames com linguiça ou com torresmos, a sopa de peixe ou, nas sobremesas, as célebres 'espécies'”.
As 'espécies', com a forma de uma ferradura, são cozidas no forno e a receita envolve o uso de pão ralado e canela embrulhadas em farinha, sendo uma das especiarias gastronómicas locais mais procuradas pelos turistas.
Este doce é produzido em casas particulares e pode ser encontrado no comércio local, assegurando João Paulo Oliveira que “ainda há quem tenha as receitas antigas, que não se podem perder”.
O responsável do NESJ frisou ainda que “a sopa de peixe em S. Jorge é diferente da que se serve no Pico", especificando que, em S. Jorge, "o caldo é servido em pão de milho e o peixe vem à parte”.
O concurso vai decorrer entre 2 e 17 de abril e integra a Feira de Gastronomia 'Sabores da Inovação – S. Jorge Best Food Awards 2011'.
A iniciativa está aberta à participação de particulares detentores de receitas tradicionais, algumas das quais esquecidas ou guardadas nas gavetas ou na memória, sendo premiada a criatividade, inovação, autenticidade regional, apresentação e sabor gastronómico.
Cada participante poderá enviar uma receita para o Núcleo Empresarial de S. Jorge nas categorias Entrada, Prato de Carne, Prato de Peixe e Sobremesa.
As receitas devem ser de autoria exclusiva dos participantes, ficando automaticamente desclassificadas aquelas já publicadas.
A 17 de março, um júri composto por profissionais da Escola de Formação Turística e Hoteleira fará a seleção das quatro receitas vencedoras.
Os vencedores recebem prémios patrocinados por empresas locais, além de ganharem a oportunidade de frequentar um curso de cozinha.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Autarquias de Velas e São Roque querem estreitar laços
Uma comitiva da autarquia das Velas reuniu recentemente com a autarquia de São Roque do Pico, e em cima da mesa esteve a questão dos transportes marítimos e na ideal ligação entre estas duas ilhas.
Manuel Silveira diz que a ligação ente Velas e Cais está deficitária, mas outras questões foram abordadas entre as duas autarquias.
Segundo o presidente da autarquia das Velas, as autarquias vão apresentar todos os argumentos para que esta ligação diária seja uma realidade, até porque em causa está o próprio desenvolvimento destas duas ilhas.
Neste encontro foi falada a necessidade de alavancar o intercâmbio cultural entre estes dois concelhos.
Segundo Manuel Silveira, há muito que se for feito em conjuntos poderá ser realizado com mais facilidade.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Freguesias unem esforços na luta ao coelho bravo em São Jorge
Em São Jorge algumas juntas de freguesia estão já a colaborar com os agricultores para mais uma batalha numa guerra ao coelho bravo, uma vez que esta situação está a causar inúmeros prejuízos nas explorações.
Para tal pretendem, em parceria com os caçadores de São Jorge, promover de forma eficiente e organizada, na sua área geográfica, a correcção de densidade ao coelho bravo. Este processo passa também por motivar os agricultores a dirigirem-se aos serviços para que solicitem as respectivas autorizações para a caça nocturna nas suas explorações.
Quanto maior for o numero de explorações envolvidas, maior será a área autorizada para a caça nocturna, e assim, maior será a eficiência da correcção.
É objectivo deste protocolo o apoio aos agricultores através da diminuição da densidade de coelho bravo na freguesia, através do exercício da caça intensiva nessa área, efectuada pelos sócios da Associação de Caçadores Jorgense. Para tal as juntas disponibilizarão cartuchos aos caçadores.
Em contrapartida, nesta proposta dos Presidentes de Junta de Norte Grande, Santo Amaro, Urzelina e Manadas e Velas a Associação de Caçadores compromete-se a promover jornadas de caça nas respectivas freguesias, bem como, o acompanhamento do resultado das actividades desenvolvidas. Medidas como esta já estavam a ser aplicadas na freguesia do Norte Pequeno.
domingo, 6 de março de 2011
I Fórum Promover e Manter a Qualidade de Vida do Idoso decorre de 18 de março a 20 de maio nas Velas
A partir de 18 de março até 20 de maio, decorrerá nas vila das velas o I Fórum Promover e manter a Qualidade de Vida do Idoso.
Será realizado todas as sextas feiras, sessões que decorrerão a partir das 18h30.
Para Bruna Sousa, terapeuta ocupassional da Casa de Repouso João Inácio de Sousa, esta era uma ação que se impunha por várias razões.
Por outro lado, a terapeuta espera uma boa adesão neste fórum.
Na organização deste fórum está igualmente a enfermeira Cátia Martins que ao José Machado referiu que este fórum era uma necessidade face ao aumento da esperança média de vida e do aumento da população idosa.
As inscrições para este I Fórum Promover e manter a qualidade de vida dos idosos, já se encontram abertas.
Recordo que este o I Fórum Promover e manter a Qualidade de Vida do Idoso, vai decorrer de 18 de março até 20 de maio, e será realizado todo as sexta feiras, sessões que decorrerão a partir das 18h30.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Canil Municipal longe duma solução
Teve lugar esta semana mais uma assembleia municipal das Velas, onde vários temas e preocupações foram levantadas.
As assembleias municipais têm sido mais longas do que o habitual, o que segundo o presidente da mesa diz ser demonstrativo das preocupações existentes no concelho.
Assembleias Municipais que tem levado igualmente a uma aproximação entre as várias bancadas, onde opiniões diferentes começam a chegar-se a vários consensos.
Por outro lado, houve vários temas em destaque nesta assembleia Municipal, onde deslocalização do atual parque de combustíveis tem sido o mais falado nos últimos tempos nas Velas.
Segundo Frederico Maciel, trata-se de outro exemplo em que após a discussão todos os partidos acabaram por votar a mesma proposta.
Por outro lado, nas assembleias municipais foi dada a possibilidade da participação dos velenses.
Em algumas assembleias tem vindo a participar algum público, mas mesmo assim, são poucos os que à Assembleia Municipal se dirigem para poder intervir no debate do concelho.
Mesmo assim Frederico Maciel mostra-se satisfeito com o aparecimento de algum público.
Por outro lado, o Grupo de Deputados do CDS-PP na Assembleia Municipal das Velas, apresentou e viu aprovada por unanimidade uma recomendação à Câmara socialista para que intervenha no sentido de minimizar os riscos para os cidadãos e os prejuízos para o sector agrícola provocados pelas dezenas de cães vadios e perigosos que fugiram do Canil Municipal.
Luís Silveira, Abel Moreira e Maria das Graças defendem concretamente que a Autarquia “diligencie esforços para a captura ou abate destes animais vadios e perigosos”.
Mas esta é uma questão que ao que parece está longe de uma resolução.
Segundo conseguimos apurar, os animais vão ser transferidos provisoriamente para a Quinta da Escola Profissional para um canil improvisado.
Um canil que vai ser construído com voluntários da associação animal, visto que a autarquia não tem funcionários disponíveis, pelo menos para já.
Um canil provisório que será construído com algum do material que havia sido adquirido de forma gratuita no ano transato num pedido de ajuda da associação animal de São Jorge.
Mas apenas só alguns materiais é que vão ser usados visto que muito outro do material acabou por desaparecer sem se saber do seu paradeiro.
Ora, é exatamente a associação amigo animal, associação de defesa dos animais de São Jorge que continua a sua luta para que os animais possam ser melhor tratados em São Jorge, em concreto os que se encontram no chamado canil municipal.
A associação animal esteve na assembleia municipal de dezembro, na busca de respostas, mas, não têm sido as desejadas.
Outra preocupação tem a ver com a alimentação que os animais recebem, que na opinião da associação é muito pouca, acusando de falta de sensibilidade dos responsáveis camarários.
Na altura, o presidente da autarquia Manuel Silveira assumia que as criticas seriam fundadas, e a autarquia iria ajudar nos possíveis. Respostas que a associação considera serem poucas, até porque tem sido sempre a mesma, promessas sem resolução.
Outra questão tem a ver com o regulamento do canil municipal que continua ser existir de forma legal, ou seja, existe um documento que necessita de adaptação, para ser levado a aprovação na Assembleia Municipal.
Trata-se dum regulamento datado de 2008 e que não passou de uma proposta de regulamento sem estar em vigor e que nunca chegou à Assembleia Municipal.
Ora neste âmbito, a assembleia municipal continua à espera da autarquia duma proposta neste sentido para que possa ser criado o regulamento do canil municipal.
Frederico Maciel diz que a assembleia continua à espera da autarquia.
A RL Açores sabe que a Associação Animal reúne ainda esta semana com o presidente da autarquia em busca de respostas, para tentar resolver esta questão do canil municipal.
As assembleias municipais têm sido mais longas do que o habitual, o que segundo o presidente da mesa diz ser demonstrativo das preocupações existentes no concelho.
Assembleias Municipais que tem levado igualmente a uma aproximação entre as várias bancadas, onde opiniões diferentes começam a chegar-se a vários consensos.
Por outro lado, houve vários temas em destaque nesta assembleia Municipal, onde deslocalização do atual parque de combustíveis tem sido o mais falado nos últimos tempos nas Velas.
Segundo Frederico Maciel, trata-se de outro exemplo em que após a discussão todos os partidos acabaram por votar a mesma proposta.
Por outro lado, nas assembleias municipais foi dada a possibilidade da participação dos velenses.
Em algumas assembleias tem vindo a participar algum público, mas mesmo assim, são poucos os que à Assembleia Municipal se dirigem para poder intervir no debate do concelho.
Mesmo assim Frederico Maciel mostra-se satisfeito com o aparecimento de algum público.
Por outro lado, o Grupo de Deputados do CDS-PP na Assembleia Municipal das Velas, apresentou e viu aprovada por unanimidade uma recomendação à Câmara socialista para que intervenha no sentido de minimizar os riscos para os cidadãos e os prejuízos para o sector agrícola provocados pelas dezenas de cães vadios e perigosos que fugiram do Canil Municipal.
Luís Silveira, Abel Moreira e Maria das Graças defendem concretamente que a Autarquia “diligencie esforços para a captura ou abate destes animais vadios e perigosos”.
Mas esta é uma questão que ao que parece está longe de uma resolução.
Segundo conseguimos apurar, os animais vão ser transferidos provisoriamente para a Quinta da Escola Profissional para um canil improvisado.
Um canil que vai ser construído com voluntários da associação animal, visto que a autarquia não tem funcionários disponíveis, pelo menos para já.
Um canil provisório que será construído com algum do material que havia sido adquirido de forma gratuita no ano transato num pedido de ajuda da associação animal de São Jorge.
Mas apenas só alguns materiais é que vão ser usados visto que muito outro do material acabou por desaparecer sem se saber do seu paradeiro.
Ora, é exatamente a associação amigo animal, associação de defesa dos animais de São Jorge que continua a sua luta para que os animais possam ser melhor tratados em São Jorge, em concreto os que se encontram no chamado canil municipal.
A associação animal esteve na assembleia municipal de dezembro, na busca de respostas, mas, não têm sido as desejadas.
Outra preocupação tem a ver com a alimentação que os animais recebem, que na opinião da associação é muito pouca, acusando de falta de sensibilidade dos responsáveis camarários.
Na altura, o presidente da autarquia Manuel Silveira assumia que as criticas seriam fundadas, e a autarquia iria ajudar nos possíveis. Respostas que a associação considera serem poucas, até porque tem sido sempre a mesma, promessas sem resolução.
Outra questão tem a ver com o regulamento do canil municipal que continua ser existir de forma legal, ou seja, existe um documento que necessita de adaptação, para ser levado a aprovação na Assembleia Municipal.
Trata-se dum regulamento datado de 2008 e que não passou de uma proposta de regulamento sem estar em vigor e que nunca chegou à Assembleia Municipal.
Ora neste âmbito, a assembleia municipal continua à espera da autarquia duma proposta neste sentido para que possa ser criado o regulamento do canil municipal.
Frederico Maciel diz que a assembleia continua à espera da autarquia.
A RL Açores sabe que a Associação Animal reúne ainda esta semana com o presidente da autarquia em busca de respostas, para tentar resolver esta questão do canil municipal.
terça-feira, 1 de março de 2011
Apresentação na BTL por Antonio Pedroso em 25 Fevereiro 2011
S. Jorge é um imenso dragão de lava eternamente fossilizado no atlântico, O Espaço perfeito para umas férias em contacto directo com a natureza.
Localizado no coração do arquipélago, com uma configuração geológica totalmente diferente de todas as outras ilhas.
Resultado de três diferentes fenómenos vulcânicos em épocas distintas que lhe conferiu particularidades, tais como, o único alinhamento de cones vulcânicos dos Açores, e uma diversidade imensa de fajãs.
Para quem desconhece o significado da palavra, fajã é uma torrente de lava que ao entrar em contacto com o mar, formou uma língua de terra a sombra da encosta. Mais do que as palavras, as imagens mostram as fajãs de S. Jorge.
Os jorgenses nunca se sentem sós, esta ilha é uma janela aberta para as ilhas vizinhas enquadrada em cenários magníficos das ilhas circundantes, Graciosa e Terceira, do lado norte.
Faial e Pico ao sul, estão ali a dois passos, servindo de pontos cardeais, acompanhando-nos no dia-a-dia, fazem parte das nossas vidas servem-nos de barómetro para o tempo, e servem também de travesseiro ao crepúsculo.
Sem dúvida que a ilha que mais nos impressiona é o Pico; majestoso acenando-nos com rude franqueza de seus mistérios e vinhas, tão perto e nítido, que conseguimos distinguir perfeitamente os vários tons de verde e negro escorrendo do alto ate ao mar, daquele gigante adormecido com seu piquinho de seio adolescente, maravilha de lava e altura…
Já Raul Brandão dizia que a beleza de uma ilha era o mar que se desvenda e o mais emocionante é ver aquela que lhe fica em frente. Tinha toda a razão este escritor, pois a beleza de São Jorge completa-se pelas ilhas que o rodeiam.
Alcantiladas escarpas mergulham a pique no mar, e a tranquilidade só é interrompida pelo murmúrio das ondas, e o canto dos pássaros.
Ao descer para as fajãs sente-se o pulsar do húmus da terra, o frémito da brisa e a espessura do silêncio.
O povo Jorgense, profundamente hospitaleiro e pachorrento na forma de estar e de acolher, virou-se desde muito cedo para o trabalho duro da terra criando acessibilidades lutando contra uma geografia difícil, partindo a sólida pedra basáltica para abrir caminhos, construir casas, levantar muros e cultivar a terra.
A natureza de ilha dragão correspondeu e ofereceu no seu dorso um imenso tapete de verde intenso, num “patchwork” infinito ponteado com o azul das hortenses.
Por ai passeiam alguns milhares de vacas que tal como os jorgenses, também são pachorrentas, e sem stress produzem excelente leite que é transformado no bem conhecido queijo de S. Jorge.
Mas o dragão foi generoso e jorrou das suas veias fontes abundantes de água cristalina que, associada aos micros climas geram condições excepcionais para o cultivo de tudo, desde as plantas tintureiras, cereais, laranjas, aos frutos tropicais, inhames, uvas e ate café.
A natureza é sem dúvida a atracção primordial para o desenvolvimento turístico da ilha de S. Jorge.
Dotado de uma flora excepcionalmente rica, em endémicas e exóticas, esta ilha oferece a quem a visita um jardim botânico imenso em variedades e em quantidades.
Alem de três parques florestais, zonas de lazer, dotados de infoestruturas capazes de proporcionar aos turistas e locais o conforto e repouso necessário, todos os diversos trilhos pedonais classificados são um manancial de informação botânica.
São Jorge possui, segundo a opinião dos turistas alguns dos mais interessantes trilhos dos Açores.
Aproveitamento de antigos acessos as fajãs, feitos de forma artesanal com empedrados carregadas de historia, que nas ultimas décadas foram substituídos por estradas, esses trilhos ficaram esquecidos e alguns dotados ao abandono, mas que pouco a pouco tem sido recuperados e classificados, e são espaços perfeitos para o turismo pedonal.
Este é um trabalho contínuo pois ainda há alguns trilhos a serem recuperados e devidamente sinalizados, enquanto todos os outros tem de ser mantidos.
A componente montanha mar, e os diferentes graus de dificuldade, oferecem uma diversidade de opções, o que permite uma mais longa permanecia do turista nesta ilha.
Alem da fauna e flora, também a geologia da ilha merece o interesse dos visitantes.
A principal indústria da ilha, é a produção de queijo. Em breve, quem nos visita poderá desfrutar da Rota do Queijo.
A pesca artesanal e a indústria conserveira do atum também faz parte da economia da ilha
S. Jorge tem uma considerável diversidade cultural nas suas festas populares.
A longa extensão da ilha, permitiu que em tempos passados, cada freguesia criasse e improvisasse nos seus festejos, sendo as típicas festas do espírito santo um exemplo actual dessa diversidade.
A quantidade de impérios, mordomias, mancebos e a festa dos tremoços são a prova viva de toda essa actividade cultural com séculos de existência.
Terra natal do grande compositor Francisco de Lacerda, S. Jorge possui 15 bandas filarmónicas, bem como grupos folclóricos e etnográficos fazem parte da animação turística bem como das festas populares durante todo o ano.
Touradas a corda, e mais recentemente touradas de praça também fazem parte da nossa cultura.
Festivais como Semana Cultural e festival de Julho também animam os grupos mais jovens.
S. Jorge não tem praias, mas em contrapartida tem piscinas naturais na lava negra e as águas límpidas do oceano tem excelentes condições para a prática de desportos náuticos, mergulho, pesca desportiva, snorkeling, ski aquático entre outros
A fajã da caldeira de Santo Cristo, é um dos melhores locais da Europa para a prática do Surf.
S. Jorge também participa anualmente nas regatas do Triangulo
Património construído, cultural e religioso, de onde constam inúmeras Igrejas, conventos, impérios e solares e aqui vale a pena mencionar a belíssima igreja de Santa Barbara património nacional, o Museu Francisco de Lacerda, e Museu de Arte Sacra, e a recentemente inaugurada Exposição da Baleia.
Não podemos esquecer os típicos moinhos e azenhas.
Visitar S. Jorge é viver a descoberta, de uma paisagem luxuriante por vezes envolta em bruma e mistério, que nos transportam ao mundo primitivo, com colchas coloridas tecidas em velhos teares de madeira que repetem mecanicamente padrões ancestrais.
Visitar S. Jorge é participar de festas e crenças religiosas, nas sopas do espírito santo, regadas a bom vinho, amêijoas, cracas lapas e outros pratos deliciosos, e onde o belo queijo de S. Jorge esta sempre presente em abundância, sem esquecer para sobremesa as exóticas espécies.
Visitar S. Jorge é embrenhar-se numa história com séculos de existência, com a época áurea da Laranja, com a catástrofe de um vulcão e terramotos, com o vai e vem de uma emigração, e compreender porque este povo insiste em viver nesta ilha, mesmo desafiando a natureza.
Visitar S. Jorge é um braçado de hortenses que dividem pastagens ate ao perder de vista, é surfar em ondas de azul-turquesa num mar de águas límpidas e cristalinas, é mergulhar nas profundezas do atlântico, junto a rocha negra, visitar grutas e nadar com golfinhos.
Visitar S. Jorge é um passeio sobre um tapete de musgo intocado, é descansar a sombra de um cedro endémico, comer uvas da serra, olhando as ilhas circundantes, beber um café na fajã dos vimes a beira dos cafezeiros, e uma aguardente de nêspera para amaciar a garganta.
Visitar S. Jorge é ouvir os cagarros em noite de lua cheia, ouvir cantar o San Macaio ao som da viola de arame, e ver o por do Sol entre o Pico e o Faial.
Visitar S. Jorge é encontrar-se com a natureza em pleno.
Abertura da Exposição “ Chapéus há Muitos”
Decorreu no dia 28 de Fevereiro, na Galeria Espaço +, a abertura da Exposição “ Chapéus há Muitos”.
A exposição agora inaugurada, é consequência do protocolo assinado entre o Museu de S. Jorge e a Câmara Municipal das Velas, para a colaboração nas actividades culturais de ambas as instituições. A Exposição, que já percorreu várias Ilhas, é constituída por uma original recolha de chapéus de senhora fabricados artesanalmente nos Açores.
Na cerimónia de abertura, A Directora do Museu de S. Jorge e o Presidente da Câmara Municipal das Velas, sublinharam nas suas intervenções, a importância da colaboração entre as duas instituições no âmbito das actividades culturais, salientando ainda a qualidade da exposição agora patente na Galeria Espaço +.
Esta Exposição estará patente ao público de segunda a sexta-feira das 09.00 às 17.00 horas até ao dia 31 de Março.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
São Jorge marca presença "tímida" na BTL
Os Açores continuam a marcar presença na BTL, na maior feira de turismo de Portugal, e que tem servido como um meio de divulgação dos vários serviços na área do turísmo.
Desde empresários em termos individuais, autarquias, associações e entidades governamentais, apostam nestes dias para divulgar o que de melhor existe na região.
Um meio essencial e o lugar indicado para fazer a divulgação dos Açores, esta é a opinião do presidente do núcleo empresarial de São Jorge, João Oliveira, onde destaca a falta de algum apoio na promoção do que por exemplo, São Jorge tem para oferecer neste campo do turismo.
Presente na BTL esteve esta semana o vereador da autarquia das Velas, Amaro Filipe, onde ouvido pela RL Açores considerou que a autarquia terá que apostar em eventos do género para divulgar a ilha de São Jorge, mas recordou o esforço da autarquia em apoiar um empresário do concelho a participar na BTL.
No decorrer da BTL foram apresentadas algumas das festas de verão do grupo Central, não foi o caso das Velas, ao contrário do que em anos anteriores tem acontecido, embora o vereador da autarquia adiantou à RL Açores que a data já está marcada, para a Semana Cultural que será no primeiro fim-de-semana de Julho, e terá um custo de cerca de 50 mil euros, embora em termos de artistas, ainda não existe confirmações.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Galeria Espaço + tem patente exposição de miniaturas que mostram o passado jorgense
Está patente na Galeria Espaço + do Auditório Municipal das Velas, uma exposição com o titulo, “Reviver, Refletir e Apreciar” .
Trata-se de um espólio de miniaturas e outras peças artesanais propriedade do Município das Velas.
Segundo a vereadora da autarquia Ana Paula Bettencourt, trata-se duma exposição de extrema importância, sendo um legado para os mais novos.
Opinião idêntica tem o presidente da Assembleia Municipal das Velas, onde destacou à RL Açores a necessidade de mostrar a cultura dos jorgenses recordando o passado.
A exposição é composta por miniaturas manufaturadas por Fernando Gambão, miniaturas da autoria de José Regalo e o Quadro O “Nó” Açoriano de Manuel José Dias Júnior.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Está apresentado o plano de sensibilização ambiental do Governo para o corrente ano
O Secretário Regional do Ambiente e do Mar apresentou, na Escola Secundária de Velas, São Jorge, o plano de sensibilização ambiental do Governo para o corrente ano.
Conforme revelou, o plano inclui nove grandes actividades, abrange todas as ilhas dos Açores e incorporará acções de terceiros que se queiram associar às mensagens dinamizadas pela Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.
As nove áreas incluem uma campanha educativa para os resíduos, o Concurso “Eco-freguesia, freguesia limpa”, o programa Eco-Escolas, o programa “Açores Entre-Mares”, a Campanha SOS Cagarro, os dias mundiais do calendário ambiental, a erradicação de organismos invasores, os Parques Naturais e outras acções pontuais.
Falando na ocasião, Álamo Meneses reforçou a importância da dinâmica social e abrangente para o desenvolvimento sustentável do arquipélago enfatizando que “para pensarmos ambientalmente temos de possuir informação adequada às melhores decisões”.
“Não podemos continuar a alimentar dogmas ou hesitações que têm pouco de ambientais quando o ambiente precisa mesmo de acção e, nalguns casos, mesmo recuperação” – vincou.
Com o plano agora apresentado, o Governo espera contribuir para o aumento da informação dos cidadãos sobre as temáticas ambientais, especialmente na área dos Resíduos, valorizar o património natural das ilhas, sensibilizar para a preservação dos recursos naturais existentes, com ênfase na utilização racional da água e promover a mudança de mentalidades, comportamentos e atitudes no sentido de formar cidadãos conscientes, activos e participativos.
Em suma, como salientou Álamo Meneses, junto dos alunos do estabelecimento escolar referido, é preciso “muita acção, com base em conhecimento robusto e racionalidade especialmente inteligente.”
A organização operacional do programa é da responsabilidade do Governo Regional através da rede Regional de Ecotecas, que irá interagir com os diferentes departamentos do Governo, escolas, organizações não governamentais para o ambiente, outras associações, autoridades e todos os interessados em dinamizar actividades que alicercem o conhecimento, a sensibilidade e a acção consequente para a melhoria do ambiente dos Açores.
Este ano, será dado destaque à gestão de resíduos, enfatizando que o destino final adequado, que reduz o risco ambiental e amplia o valor económico, apenas é atingido se todos os elementos da sociedade cumprirem a sua parte.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















